Retratos, nomes e falas reais. Uma pessoa por peça, sem legenda que poderia servir para qualquer clínica.
Pessoas que cuidam
Mais rostos. Mais conversa.
Um pouco de leveza no caminho.

Pergunta direta, rosto em cena e exemplo simples. Sem transformar o vídeo em uma aula longa.
A graça nasce da gravação, do temporizador e de objetos. Ninguém vira alvo da piada.
Direção de arte e sessão de captação
A fotografia vem primeiro
Rosto em destaque, luz natural e cor de pele fiel. Azul #2E496F, azul claro #5F9FF7 e off-white em detalhes. Títulos curtos; reservar áreas livres para o texto e manter o logo discreto.
Falas acolhedoras e simples. A pessoa fala com a própria voz; nomes, funções e histórias são conferidos antes da produção. Não criar depoimentos, pacientes ou profissionais fictícios.
O que medir no primeiro ciclo
Retratos: visitas ao perfil e comentários sobre a equipe. Conversas: retenção e salvamentos. Humor: compartilhamentos e comentários sobre a situação. Comparar com a mediana dos últimos 30 dias da própria conta, sem meta de viralização.
- Confirmar quem quer participar, nomes e identificações profissionais.
- Fazer retratos de cada doutor: frontal, 3/4, em pé e sentado, com espaço lateral para títulos.
- Captar 3 conversas de 20 segundos entre colegas, sem encenar atendimento.
- Gravar perguntas de Júlio e respostas curtas dos doutores com áudio próximo.
- Reservar 15 minutos para os quatro esquetes, combinando a cena com todos.
- Separar materiais didáticos de mesa e revisar o enquadramento, sem telas ou documentos clínicos.
- Exportar retratos em 4:5 e vídeo em 9:16; manter rostos e legendas longe das bordas.
- Selecionar fotos e takes com os próprios participantes; guardar os arquivos por pauta.
Antes do jaleco, tem uma pessoa
“O que te fez escolher cuidar de pessoas?”
Apresentar o doutor por uma história verdadeira, além do cargo.
Abrir briefing e roteiro
Direção visual
Retrato real em luz de janela, ambiente da clínica e detalhes das mãos. Foto em 70% da capa, título curto em azul. Sem banco de imagens ou rosto gerado.
Fotos e planos para captar
- Retrato vertical do Dr. Fábio olhando para a câmera
- Conversa espontânea com Júlio fora de atendimento
- Detalhe do jaleco dobrado ou objeto pessoal autorizado
Roteiro / conteúdo de cada tela
- Capa: Antes do jaleco, tem uma pessoa.
- Tela 2: O que te fez escolher a odontologia? Inserir resposta real do Dr. Fábio em até duas frases.
- Tela 3: O que você mais valoriza numa conversa com quem chega? Inserir resposta real.
- Tela 4: Que parte da nossa equipe você quer conhecer melhor?
Legenda proposta
Por trás do jaleco, tem uma história. Hoje, o Dr. Fábio conta um pouco da escolha pela odontologia e do que valoriza no dia a dia da clínica. Qual pergunta você faria para ele?
Chamada final
Qual pergunta você faria para o Dr. Fábio?
Referências para esta peça
Confirmar respostas com o próprio doutor. Incluir identificação profissional validada pela clínica no fechamento.
Uma dúvida, uma conversa: posso levar perguntas?
“Doutor, posso chegar com uma lista de perguntas?”
Dar permissão para perguntar e mostrar escuta real.
Abrir briefing e roteiro
Direção visual
Plano médio dos dois em conversa. Começar na pergunta, sem vinheta longa; legendas com uma linha de destaque.
Fotos e planos para captar
- Júlio com um caderno em branco
- Dr. Fábio escutando e respondendo
- Os dois conversando em ambiente sem pacientes
Roteiro / conteúdo de cada tela
- 0–3 s · Júlio: Doutor, posso chegar com uma lista de perguntas?
- 3–15 s · Dr. Fábio: Pode, sim. Anotar o que você quer entender ajuda a gente a conversar. Você também pode pedir para explicar de outro jeito.
- 15–23 s · Júlio: Então não preciso lembrar tudo de cabeça? Dr.: Não. Pode trazer suas anotações.
- 23–30 s · Texto: Sua pergunta tem espaço aqui. Júlio: Que assunto você quer entender melhor?
Legenda proposta
Pode trazer suas perguntas. A conversa também faz parte do atendimento, e você pode pedir uma explicação em palavras mais simples. Qual assunto geral você gostaria de ver por aqui?
Chamada final
Envie uma dúvida geral para os próximos vídeos.
Referências para esta peça
A equipe confirma que a fala corresponde à sua rotina. Não responder casos individuais nos comentários.
Era só falar bom dia para a câmera
“A gente: vai ser uma tomada só.”
Mostrar a espontaneidade da equipe com uma pequena quebra de expectativa.
Abrir briefing e roteiro
Direção visual
Câmera fixa no corredor vazio. Cortes curtos entre diferentes cumprimentos; desfecho com todos juntos. Humor sobre a gravação, sem erro clínico.
Fotos e planos para captar
- Equipe pronta para dizer bom dia
- Cada pessoa começa a frase no mesmo instante
- Todos dizem juntos e sorriem naturalmente
Roteiro / conteúdo de cada tela
- 0–2 s · Texto: Vai ser uma tomada só. Júlio: Valendo!
- 2–7 s · Dois profissionais começam bom dia ao mesmo tempo, param e recomeçam juntos de novo.
- 7–11 s · Júlio: Vamos todos juntos? Todos: Bom dia!
- 11–15 s · Texto: Cada um de um jeito. Juntos, Odonto Rir.
Legenda proposta
Era só um bom dia. Virou quase uma reunião de roteiro. 😄 Um pedacinho da nossa equipe fora das gravações sérias.
Chamada final
Por aí também acontece de todo mundo falar junto?
Referências para esta peça
Encenação combinada. Ninguém vira o desastrado da cena. Sem paciente, preço, dívida, dor ou medo como piada.
Quem dá o primeiro bom dia?
“O cuidado também começa no bom dia.”
Apresentar uma pessoa da recepção e valorizar sua contribuição sem inventar depoimento.
Abrir briefing e roteiro
Direção visual
Foto natural na recepção vazia, de frente ou 3/4. Capa com nome confirmado e uma frase curta; o restante fica na legenda.
Fotos e planos para captar
- Retrato da pessoa na recepção sem telas ou agenda no enquadramento
- Uma segunda opção em pé ao lado do balcão
Roteiro / conteúdo de cada tela
- Arte: Quem dá o primeiro bom dia?
- Linha de apoio: Conheça [nome confirmado], da nossa recepção.
- Legenda complementar: colher resposta real à pergunta O que você gosta de explicar para quem chega pela primeira vez?
Legenda proposta
Hoje é dia de conhecer quem costuma dar o primeiro bom dia por aqui. [Nome] faz parte da recepção da Odonto Rir. Perguntamos o que gosta de explicar para quem está chegando — a resposta vai nesta legenda depois da nossa conversa.
Chamada final
Qual parte da clínica você gostaria de conhecer?
Referências para esta peça
Legenda é rascunho: substituir campos e incluir resposta real antes de publicar. Confirmar abertura da clínica no feriado de 02/11; publicação pode ser agendada sem sugerir atendimento no dia.
Me explica usando um modelo?
“Dá para explicar isso sem usar uma palavra difícil?”
Mostrar o doutor traduzindo um termo e usando um objeto como apoio.
Abrir briefing e roteiro
Direção visual
Doutor em primeiro plano com modelo didático de mesa. Alternar rosto e objeto; o rosto abre e fecha o vídeo.
Fotos e planos para captar
- Pergunta de Júlio em plano médio
- Modelo de arcada em mesa limpa, separado dos materiais clínicos
- Doutor fazendo a explicação em linguagem simples
Roteiro / conteúdo de cada tela
- 0–3 s · Júlio: Dá para explicar o que é uma coroa sem palavra difícil?
- 3–18 s · Dr. Fábio, com modelo: É uma peça que recobre a parte visível de um dente, em situações em que o profissional indica esse tipo de restauração.
- 18–27 s · Júlio: E esse modelo ajuda a entender? Dr.: Sim. Mas ele é só um exemplo; a indicação depende de avaliar cada caso.
- 27–35 s · Texto: Um termo de cada vez. Qual palavra explicamos depois?
Legenda proposta
Modelo na mesa, conversa mais simples. Hoje, o Dr. Fábio explica um termo que aparece no consultório. O exemplo ajuda a entender, mas a indicação de tratamento depende de avaliação individual.
Chamada final
Qual palavra odontológica merece uma explicação simples?
Referências para esta peça
Responsável técnico revisa a definição e o modelo. Não demonstrar técnica em paciente nem converter vídeo em indicação de tratamento.
O microfone já estava ligado
“Teste de som: um, dois… bom dia de novo?”
Criar uma cena leve com o ritual de testar o áudio.
Abrir briefing e roteiro
Direção visual
Gravação em ambiente vazio; mostrar microfone e o profissional. A graça está na repetição do teste, sem áudio de atendimento.
Fotos e planos para captar
- Close do microfone na mão de Júlio
- Profissional dizendo teste de som
- Júlio apontando sorrindo para o indicador de gravação
Roteiro / conteúdo de cada tela
- 0–3 s · Júlio: Pode testar o som. Profissional: Um, dois, bom dia!
- 3–7 s · Júlio: De novo? Profissional repete em tom de locutor: Um, dois, bom dia!
- 7–12 s · Júlio: Perfeito. Já estava gravando. Texto: O episódio bônus do teste de som.
Legenda proposta
O teste de som ganhou personalidade própria. 😄 Bastidor combinado com a equipe, só para deixar o dia mais leve.
Chamada final
Qual versão do bom dia vai para a abertura?
Referências para esta peça
Texto e atuação combinados, sem expor uma falha real ou atribuir incompetência a alguém. Usar só voz captada para essa cena.
Três pessoas, três jeitos de acolher
“A equipe tem muitas vozes. O cuidado é uma conversa.”
Construir familiaridade com rostos e funções reais.
Abrir briefing e roteiro
Direção visual
Uma pessoa por tela, mesmo enquadramento e mesma luz. Azul em detalhes; off-white atrás do texto. Evitar recortes artificiais e excesso de ícones.
Fotos e planos para captar
- Um retrato vertical de cada participante
- Foto dos três em conversa
- Foto de encerramento da equipe
Roteiro / conteúdo de cada tela
- Capa: Três pessoas, três jeitos de acolher.
- Telas 2–4: nome + função confirmada + resposta real à pergunta O que você gosta de explicar com calma?
- Tela 5: Quer conhecer mais gente da Odonto Rir?
Legenda proposta
Uma equipe é feita de pessoas diferentes. Hoje, três delas contam o que gostam de explicar com calma para quem chega. As respostas são da nossa equipe, do jeito de cada um.
Chamada final
Que função você quer conhecer no próximo post?
Referências para esta peça
Preencher nomes, funções e falas reais. Não transformar elogio da equipe em testemunho fictício de paciente.
O que acontece antes de começar uma consulta?
“Antes de falar em tratamento, por onde começa a conversa?”
Explicar a chegada e reduzir dúvidas sobre a rotina, com descrição validada pela clínica.
Abrir briefing e roteiro
Direção visual
Caminho curto da recepção à sala vazia, guiado pelas pessoas. Sem simular consulta ou mostrar prontuário.
Fotos e planos para captar
- Recepção vazia com profissional em cena
- Doutor abrindo a porta de uma sala vazia
- Dois profissionais conversando sem documentos
Roteiro / conteúdo de cada tela
- 0–3 s · Pergunta na tela: Por onde começa a conversa?
- 3–12 s · Recepção: A gente confirma as informações administrativas e orienta sobre a chegada. Ajustar à rotina real.
- 12–23 s · Dr. Fábio: Na conversa clínica, quero entender o que trouxe você e o que gostaria de esclarecer. A avaliação orienta os próximos passos.
- 23–30 s · Texto: Conhecer o caminho ajuda a chegar com mais informação.
Legenda proposta
O primeiro passo é conversar. Mostramos um pouco do caminho de quem chega à Odonto Rir e de como a equipe se apresenta. Se você tem alguma dúvida administrativa, pode falar com a recepção.
Chamada final
O que você gostaria de saber antes de vir?
Referências para esta peça
Ajustar fala ao fluxo real. Gravar fora do atendimento, sem pacientes ou identificadores no ambiente.
Quando a câmera diz pode agir naturalmente
“Aja naturalmente. A equipe: …”
Brincar com a situação universal de posar para uma câmera, sem comparar aparência.
Abrir briefing e roteiro
Direção visual
Equipe em área de convivência. Um congelamento breve e depois um corte para uma conversa verdadeira, autorizada.
Fotos e planos para captar
- Dois profissionais param ao ver a câmera
- Uma mão faz sinal de pode continuar
- Conversa e risada natural, sem conteúdo privado
Roteiro / conteúdo de cada tela
- 0–3 s · Júlio: Podem agir naturalmente. Os dois ficam imóveis por um segundo.
- 3–7 s · Um deles pergunta: Naturalmente como? Os dois olham para a câmera.
- 7–15 s · Corte para conversa espontânea. Texto: Pronto. Agora sim. O melhor bastidor é quando a gente esquece a câmera.
Legenda proposta
A frase aja naturalmente tem o poder de fazer todo mundo esquecer o que estava fazendo. 😄 Bastidor da nossa gravação, com a equipe entrando na brincadeira.
Chamada final
Você também trava quando vê uma câmera?
Referências para esta peça
Não usar takes em que alguém peça para apagar; só cenas aprovadas pelos participantes. Sem piadas sobre rosto, corpo, sorriso ou habilidade profissional.
Uma foto, uma história do nosso dia
“Nem todo bastidor precisa virar uma produção.”
Manter uma presença humana com uma foto documental e uma história pequena, verdadeira.
Abrir briefing e roteiro
Direção visual
Foto de uma conversa interna, leitura ou preparação de conteúdo. Ambiente real, sem pose de atendimento e sem inventar cena com paciente.
Fotos e planos para captar
- Profissional revisando o roteiro do dia sem documentos clínicos
- Retrato alternativo na luz de janela
Roteiro / conteúdo de cada tela
- Arte: Uma pausa para preparar a próxima conversa.
- Legenda: contar em duas frases o que estava sendo preparado de verdade e por quem.
- Fechar com convite para sugerir um assunto geral.
Legenda proposta
Hoje separamos um tempo para preparar os próximos conteúdos da clínica. Queremos explicar os assuntos com clareza e com a voz de quem faz parte da equipe. Qual tema você quer ver na próxima conversa?
Chamada final
Deixe uma sugestão de tema geral.
Referências para esta peça
A foto e a legenda devem corresponder ao dia real da captura. Se a cena for encenada, tratá-la como produção de conteúdo, sem apresentar como flagrante.
A pergunta que eu queria que me fizessem
“Tem uma pergunta que você gostaria de ouvir mais no consultório?”
Dar espaço aos profissionais para estimular diálogo sem prescrever cuidados universais.
Abrir briefing e roteiro
Direção visual
Dois retratos em vídeo com cortes alternados; cada profissional responde com a sua própria voz.
Fotos e planos para captar
- Pergunta de Júlio fora do quadro
- Resposta curta do Dr. Fábio
- Resposta curta de outro profissional
- Os dois no fechamento
Roteiro / conteúdo de cada tela
- 0–3 s · Júlio: Que pergunta você gostaria de ouvir mais?
- 3–13 s · Dr. Fábio: Você pode me explicar quais são as possibilidades para o meu caso?
- 13–23 s · Outro profissional: E também o que eu preciso entender antes de decidir? A gente conversa sobre o que se aplica à sua avaliação.
- 23–30 s · Texto: Pode perguntar. A conversa é sua também.
Legenda proposta
Perguntar ajuda a participar da conversa. Hoje, os doutores compartilham duas perguntas que podem abrir espaço para explicações durante uma avaliação. As possibilidades dependem de cada caso.
Chamada final
Salve para lembrar de levar suas perguntas.
Referências para esta peça
Os profissionais validam a fala e a identificação. Evitar afirmação de que há uma opção superior para todos.
A foto da equipe e a contagem regressiva
“Três, dois, um… quem apertou o temporizador?”
Fechar o ciclo com uma situação coletiva e simpática de produção de foto.
Abrir briefing e roteiro
Direção visual
Tripé fixo e área vazia. A equipe muda a pose em conjunto; não selecionar alguém como quem sempre estraga a foto.
Fotos e planos para captar
- Todos prontos para a foto
- A equipe percebe que o temporizador ainda está contando
- Foto final de todos juntos, autorizada
Roteiro / conteúdo de cada tela
- 0–3 s · Texto: Foto da equipe, tomada 1. Júlio conta três, dois, um.
- 3–8 s · O temporizador continua apitando. Todos mantêm o sorriso, se entreolham e riem juntos.
- 8–15 s · Entra a foto final. Texto: A foto saiu. O bastidor também.
Legenda proposta
O temporizador tinha um plano. A gente tinha outro. 😄 Fechando as gravações com uma foto e um bastidor da equipe.
Chamada final
Você é do time foto rápida ou só mais uma?
Referências para esta peça
Humor coletivo, sem isolar ninguém. 20/11 é feriado: confirmar agenda; não sugerir clínica aberta caso não esteja.
A situação é engraçada. A pessoa é respeitada.
Quatro roteiros estão no ciclo e mais duas ideias ficam como reserva. Humor combinado e encenado pela própria equipe, sem usar paciente, dinheiro, inadimplência, medo, dor, aparência, diagnóstico ou competência profissional como piada. Sem pegadinha real, humilhação, concorrente como alvo ou áudio privado.
O post-it que virou roteiro
Era uma ideia de uma linha…Júlio mostra um post-it escrito bom dia. Corte: mesa com três cartões — foto, legenda, vídeo. Equipe aponta para a câmera: então vamos gravar. Fechar com a primeira ideia simples.
Júlio + uma pessoa da equipe · A graça é o tamanho da produção, sem caricaturar um colega.A planta ganhou um papel
Todo mundo pronto? Falta alguém no enquadramento.Equipe se posiciona para o vídeo. Júlio ajusta uma planta para o canto, todos fazem um cumprimento exageradamente formal à planta e começam a fala. Texto: nosso elenco de apoio.
2 pessoas + planta da recepção · O absurdo está no objeto; ninguém é alvo da piada.